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Do projeto para a fabricação

Ultimamente tem rolado ótimas discussões no grupo OnDynamo (se você tem Facebook não perca tempo e entre nesse grupo) e entre as discussões lembrei de algumas referências que utilizei na minha monografia e que tratam especificamente da transição do projeto para fabricação com o uso do Dynamo e que gostaria de compartilhar.

Não é apenas a questão do custo e tempo mas de possibilidades que se abrem de trabalhar com formas antes impossíveis.

Durante a AU 2015, Dieter Vermeulen especialista estrutural da Autodesk demonstrou o uso do Dynamo para a criação de diversas estruturas, entre elas esta a estrutura de uma estação de trens, após a criação da estrutura ele usou o Dynamo para dividir e e preparar os painéis da cobertura que podem posteriormente ser enviados a uma máquina de corte.

Abaixo a estrutura criada a partir do Dynamo:

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E os painéis da cobertura divididos e preparados para envio para a máquina de corte:

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Palestra e arquivos podem ser acessados neste link: http://au.autodesk.com/au-online/classes-on-demand/class-catalog/2015/revit-for-structural-engineers/msf11845#chapter=0

Outro palestra interessante na mesma AU 2015 é de Danelle Briscoe, mestre em arquitetura pela Universidade de Yale, que mostra as experiências dos estudantes com design computacional e as vantagens dos mesmos com essa experiência. Abaixo alguns destes trabalhos e o link pra a palestra.

criação

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http://au.autodesk.com/au-online/classes-on-demand/class-catalog/2015/dynamo/ed12108#chapter=0

Outro exemplo interessante é este mostrado por Jeffrey McGrew  que foi a criação de uma sala de estar com uma parede formada por triângulos com uma forma orgânica, criado dentro do Dynamo e depois enviado para uma máquina CNC para fabricação.

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http://becausewecan.org/content/becausewedynamo-set-fabrication-nodes-project-dynamo-and-revit

 

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5 motivos para criar suas próprias famílias no Revit

O pedido mais comum em todo grupo de Revit são as famílias, difícil encontrar um post onde não tenha alguém pedindo, mas aprender a criar suas próprias famílias e não depender de famílias prontas é essencial no Revit. Abaixo 5 motivos rápidos do porque você deve aprender a criar suas próprias famílias.

1 – É mais rápido do que procurar

Não é raro passar horas procurando alguma família, já vi pessoas que passaram dias e nem encontram, muitas famílias não demandariam mais do que alguns minutos para serem criadas.

2 – São personalizadas

Se achar uma família pode ser difícil, encontrar uma do jeito que queremos é quase impossível, criando famílias você pode fazê-las do jeito que desejar com o que desejar.

3 – Você aprende criando

Criar famílias é um ótimo meio de se aprofundar no Revit e aprender bastante sobre diferentes ferramentas e técnicas.

4 -Esse conhecimento é levado ao projeto

Tudo que se aprende em famílias pode ser usado em projetos e aumentar e muito a produtividade.

5 – É mais fácil do que aparenta

Pode parecer complexo, e algumas famílias são, mas a grande maioria das famílias são fáceis de criar, por exemplo já vi muitos pedidos de famílias de blocos e essas famílias podem ser criadas com uma única extrusão, a ferramenta revolver permite criar lunárias facilmente, um portão metalon pode ser feito com uma matriz/array.

 

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Videoaulas da CBCA

Já comentei sobre os manuais de construção em aço do Centro Brasileiro de Construção em Aço neste post e hoje estava assistindo algumas videoaulas do mesmo e achei interessante compartilhar. São diversos os assuntos abordados como concepção estrutural e viabilidade econômica. O CBCA também disponibiliza manuais, livros e normas sobre construção em aço, vale a pena dar uma olhada.

Todas podem ser acessadas pelos seguinte link:

http://www.cbca-acobrasil.org.br/site/capacitacao-video-aulas.php

 

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Corte perspectivado no Revit

Como criar um corte perspectivado no Revit? O processo é bem simples e existem dois modos, através de uma câmera e transformando a vista de paralela 3D para perspectiva 3D, a segunda opção basicamente transforma a vista 3D comum em uma câmera mas tem a vantagem de facilitar o uso da caixa de corte. Bem vamos lá.

1 – Através de uma câmera

Primeiro criamos uma câmera em uma vista de planta indo na aba Vista > Vista 3D > Câmera

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Agora basta clicar e definir onde queremos colocar a nossa câmera e onde ela aponta, uma dica é colocar ela distante para evitar ter que aumentar a janela da mesma o que causa distorção na imagem. Na vista de câmera tem as opções Elevação do olho e Elevação alvo, que determinam a altura da câmera e do alvo dela.

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Agora basta ativar a opção Caixa de corte na janela de Propriedades da vista e utilizar as setas que controlam a dimensão da caixa de corte para definir até onde irá o corte

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Basta depois ocultar a caixa de corte para termos o corte perspectivado

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2 – Alterando a vista 3D para perspectiva

Em uma vista 3D comum ative ative a caixa de corte do mesmo modo que na câmera e defina aonde você deseja que esteja o corte. Esse modo é até mais fácil de definir a dimensão da caixa de corte.

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Pelo ViewCube podemos colocar a vista facilmente na posição que queremos.

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Agora para poder transformar a vista para perspectiva temos que ativar as opções Recortar a vista e Exibir região de recorte na barra abaixo da vista. Agora é possível clicar com o botão direito sobre o ViewCube e escolher a opção Alternar para vista em perspectiva 3D.

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E assim teremos nossa vista de corte em perspectiva.

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Outra dica é que depois de transformada a vista 3D você pode em uma planta de piso clicar sobre a mesma no navegador de projeto e ativar a opção Mostrar câmera, assim pode mudar a posição da mesma se a perspectiva ficar distorcida.

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O que realmente importa em uma família no Revit

Pergunta: o que é mais importante em uma família de mobiliário?

Acompanhando diversos grupos acho que muitos responderiam: a beleza, a geometria, quero uma família de cama que tenha um cobertor meio caído para renderizar e ficar bem bonito e realista. Não é incomum o uso do Revit, ou outro software BIM como o ArchiCAD, como se fosse um Sketchup que faz cortes, e acabamos vendo projetos com dezenas de famílias importadas de outros softwares, com geometrias pesadas, edges aparentes por todo lado, e que trazem diversos problemas.

O que realmente importa é a informação, o I do BIM. Tamanho, peso, fabricante, modelo, custo, qualquer informação que eu ou outro profissional envolvido no projeto possa utilizar.

Para exemplificar um pouco melhor retirei umas informações desse interessante artigo “What is this thing called LOD” que comenta bastante sobre LOD, Level of Development ou Nível de Desenvolvimento. Observe na imagem abaixo, o nível mais baixo de desenvolvimento contém uma geometria bastante complexa mas a unica informação que estou usando é uma descrição de que é uma cadeira de escritório, enquanto no LOD 400 tenho muito mais informações mesmo com uma geometria mais simples.

LoDEVexplained_605.png

Essas informações são importantíssimas para todos os profissionais envolvidos, saber o modelo e marca da cadeira auxilia no orçamento, saber o tipo de concreto de uma viga e sue volume também, informações como resistência térmica e transmissão de calor das paredes auxiliam no desempenho da edificação, o volume do piso é informação importante para o projeto estrutural, não há limites para como essas informações podem ser importantes para o projeto.

Decisões importantes podem ser tomadas com base nessas informações por todo o desenvolvimento do projeto, uma informação simples como a área de pisos de massa pode ser utilizado na fase conceitual como uma forma de estimar um valor total para a edificação. Claro que varia conforme a necessidade, mas informação é algo que todo projetista deve ter em mente ao usar um software BIM.

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Manual de Apresentação de Projetos de Edificações em BIM de Santa Catarina

Pesquisando sobre keynotes, Navisworks, quantitativos e etc encontrei este manual de apresentação de projetos de edificações em BIM de Santa Catarina, li por cima e parece ser bem interessante, além de demonstrar como o BIM é cada vez mais comum possui uma extensa explicação sobre níveis de desenvolvimento, algo que muitos tem dúvida.

Vale a leitura e pode ser acessado pelo link: http://www.spg.sc.gov.br/index.php/visualizar-biblioteca/acoes/comite-de-obras-publicas/427-caderno-de-projetos-bim/file

 

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Tekla BIMsight – software para colaboração em projetos

O Tekla BIMsight é uma ferramenta para colaboração em projetos de construção gratuito. Onde os profissionais podem combinar seus modelos, verificar conflitos e compartilhar informações em um ambiente BIM. É um software interessante e vale a pena dar uma olhada.

Abaixo algumas imagens:

Visualização dos projetos

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Conflitos

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Revisão

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Até fiz um teste de colisão com um modelo criado no Revit e um modelo DWG criado no QiBuilder

 

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Krita – Ótimo software de ilustração open source

 

Totalmente open source e gratuito o Krita é um software dedicado a criação de ilustração, arte conceitual, HQs, mas também pode servir para retocar imagens.

Surpreende pela interface intuitiva e diversas de funções interessantes, para texturas por exemplo pelo atalho W ele ativa o “Wrap-around mode” que cria cópias da textura no eixo x e y podendo visualizar como ela ficará ao final.

Vale a pena o download e o apoio a esse projeto.

https://krita.org/

Abaixo um vídeo de colorização com o Krita.

Uma ilustração feita no Krita.

Até arrisquei desenhar um passarinho em poucos minutos.

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